CONCURSO DO MINISTÉRIO PÚBLICO TEM QUASE 29 MIL INSCRITOS

O Núcleo Permanente de Concursos (Comperve) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) registrou 24.860 inscritos no concurso para o Ministério Público do RN (MPRN). A procura faz do certame atual o mais disputado da história da Instituição.

O período para inscrições foi encerrado em 11 de abril. Do montante, houve isenção para 1.693 candidatos, incluindo-se três doadoras de leite materno e sendo o maior número dos beneficiários relativos à prestação de serviço eleitoral. As provas serão aplicadas em 7 de maio, em Natal e em Mossoró.
Para saber em qual local fará a prova o candidato deverá ficar atento ao site da Comperve (www.comperve.ufrn.br) – a data prevista para essa divulgação é 27 de abril. No calendário organizado para o concurso, disposto no edital, a previsão é que o resultado final será anunciado em 23 de junho.

Cargos

O certame oferece 32 vagas para cargos efetivos no MPRN, sendo três para Analista/Contabilidade; duas para Analista/Engenharia Civil; e outras 27 vagas para o cargo de Técnico do MPRN, incluídas as vagas destinadas às pessoas com deficiência.
O cargo de analista é de nível superior, com remuneração inicial de R$ 5.609,19 (incluído o vencimento, auxílio alimentação e auxílio saúde). Já o de técnico é para cargo de nível médio, com remuneração inicial de R$ 4.472,71 (também incluídos vencimento mais benefícios).

Publicado em 18 Abril 2017, por Adelsianne Giselle Coelho Ponciano em MP-RN

STF DECLARA SPORT CAMPEÃO BRASILEIRO DE 1987

 

 

Time do Flamengo campeão da Copa União/87

Não foi uma partida de futebol, mas, por três a um, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou o Sport campeão brasileiro de 1987. Para os torcedores, alguns presentes ao plenário, o julgamento foi tenso voto a voto, como se fosse mesmo uma final de campeonato. A maioria dos ministros da Primeira Turma da mais alta corte do país decidiu que é válida a decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de 1987, que declarou o Sport Club do Recife vencedor do torneio, e a decisão judicial do ano seguinte, que confirmou o título.

A decisão foi tomada em um recurso apresentado pelo Flamengo reivindicando o título do Campeonato Brasileiro de 1987. O time recorreu da decisão judicial que proclamou o Sport dono do título. Alegou, ainda, que em 2011 a própria CBF estendeu o título ao time rubro-negro. O relator, ministro Marco Aurélio Mello, flamenguista declarado, votou contra o time do coração quando o julgamento começou, em 2 de agosto do ano passado. Argumentou que a declaração tardia da CBF não tinha validade, porque o Judiciário já tinha definido a questão antes.

Nesta terça-feira, quando o tema voltou ao colegiado, Luís Roberto Barroso, que também é flamenguista, votou pelo compartilhamento do título entre os dois clubes. Para ele, as duas decisões da CBF eram válidas. Mas os ministros Rosa Weber e Alexandre de Moraes concordaram com o relator, encerrando a polêmica.

O Flamengo se manifestou anunciando que aguardará a publicação da decisão para avaliar se caberá novo recurso.

Fonte: O Globo

PESQUISA DA UFRN COMPROVA INCIDÊNCIA DE CÂNCER PELA INGESTÃO DE ÁGUA EM MUNICÍPIO DO RN

O semiárido brasileiro abrange uma área de 974.752 km2 dos quais 86,5% ficam no Nordeste. Os rios, em sua maioria, são intermitentes. As chuvas, irregulares, concentram-se em poucos meses do ano, e a evapotranspiração – perda de água de uma comunidade ou ecossistema para a atmosfera – é elevada. Na região semiárida do nordeste brasileiro a escassez hídrica é uma realidade que deriva de aspectos climáticos, levando a sua população a enfrentar longos períodos de estiagem. Nesse contexto, a água de boa qualidade é escassa e representa um patrimônio natural de imenso valor socioeconômico.

O Rio Grande do Norte apresenta grande parte do seu território inserida na região semiárida brasileira, caracterizada pelo clima seco e quente, com chuvas que se concentram nas estações de verão e outono. Os solos são rasos, com ocorrência de vegetação do tipo xerófila, resistente a longos períodos de estiagem.

Diante desse cenário, foram construídos reservatórios, regionalmente chamados de açudes, para tentar amenizar as consequências da seca, que são utilizados para atividades de aquicultura, irrigação, lazer, pesca, entre outros. De acordo com a pesquisadora Viviane Amaral, do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), estudos realizados nos principais reservatórios da região semiárida do Rio Grande do Norte revelaram sérios problemas de qualidade de água, incluindo a contaminação por metais. A pesquisa foi realizada somente pela UFRN, sem parcerias com outros órgãos. O objetivo principal do projeto é levar o conhecimento da universidade para as comunidades.

“Os resultados desses estudos indicam que a gestão inadequada de recursos hídricos pode ser o principal entrave para a conservação e uso sustentável dos mananciais disponíveis no semiárido brasileiro”, destaca a pesquisadora.

A boa qualidade da água deve ser mantida para garantir o uso de populações que dependem dela. De acordo com Viviane Amaral, como o cultivo de peixes e a pesca no Rio Grande do Norte são atividades de grande importância, uma vez que contribuem com a economia e geram renda para pescadores, aquicultores e a comunidade em geral, a situação requer maiores cuidados. “A perda da qualidade da água do açude, além de se tratar de um problema ambiental, é também um problema social, já que a saúde e a economia da comunidade são diretamente afetadas”.

Segundo a pesquisadora, medidas eficazes, sejam tecnológicas ou educacionais, precisam ser implementadas de maneira satisfatória para incentivar a conservação dos corpos d’água. “Dentro desta perspectiva, a pesquisa vem mostrando que a influência do fenômeno da radiação natural na saúde das populações que vivem nestas áreas de riscos. Ainda, não temos números, mas no prazo de dois anos, estaremos com todos os dados, os quais serão entregues aos órgãos responsáveis da sociedade civil”.

Diante deste panorama de problemas, a pesquisa foi direcionada para o município Lajes Pintadas/RN por ser o município com maior incidência de casos de câncer por ingestão inadequada de água, segundo a OMS.

Lajes Pintadas e a toxicologia de suas águas

Situado na mesorregião do Agreste Potiguar, a 135 quilômetros de Natal, o município de Lajes Pintadas tem uma população de 4.614 habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010.

A cidade fazia parte do município vizinho chamado Santa Cruz quando o açude público foi construído no ano de 1953 com capacidade máxima de 6.000.000 m3 e a finalidade de abastecer a comunidade que se formava e não possuía água encanada, sendo castigada pela seca. O abastecimento por meio deste corpo hídrico foi imprescindível para fornecer matéria prima e condições para que a comunidade de Lajes Pintadas se estabelecesse. O açude supriu por muitos anos a população até o momento em que a adutora Monsenhor Expedito, que hoje abastece 23 localidades da região Agreste do estado, fosse liberada para o trecho do Trairi no ano de 2003.

A pesquisa realizada pela professora mostra alguns problemas enfrentados no município. “Um estudo prévio realizado pelo nosso grupo de pesquisa demonstrou que a população ainda depende do açude de Lajes para inúmeras atividades, como o abastecimento de água e pesca, já que a adutora ainda não chega às casas mais próximas ao açude”, esclareceu Viviane.

Outro ponto de fundamental importância é que no município existem afloramentos rochosos com a presença de ionizantes naturais que liberam o gás radônio e, consequentemente, o chumbo para o ambiente. Além disso, outro dado peculiar é que segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2010, Lajes Pintadas apresentou 415,2 casos de câncer num total de 4.614 habitantes. O número é superior ao registrado na capital do RN, que foi de 353,5 novos casos e tem 806.203 habitantes.

Os tipos de câncer mais comuns neste município são os de orofaringe, estômago e pulmão que, de acordo com a literatura, podem estar associados à contaminação por radônio, substância contida na água de algumas regiões do semiárido potiguar. A pesquisa mostra que esta alta incidência de casos de neoplasias na população de Lajes Pintadas pode estar associada à exposição à radiação natural e seus subprodutos como o radônio e os metais pesados que estão em grande proporção presente na água.

“Estudos prévios realizados na pesquisa identificaram um aumento na frequência de mutações cromossômicas em organismos indicadores expostos às águas do açude de Lajes Pintadas. Adicionalmente, foram identificados altos índices de radiação em 26 pontos distribuídos ao longo do açude e uma alta concentração de metais, em especial o chumbo”, explicou.

O estudo também expõe que estes valores foram significativamente maiores em períodos de grande escassez hídrica, como demonstrado em uma série de trabalhos que avaliam poluentes em amostras de corpos d’água. Diante desta situação, estudos envolvendo o impacto dos agentes físicos e químicos, presentes nestas amostras de água, na saúde humana são de fundamental importância.

Fonte: Caicodigital

ATINGIDO EM CHEIO

 

Moreira Franco, ministro da Secretaria-geral da Presidência (PMDB): investigado por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro; Michel Temer, presidente da República (PMDB): não será investigado porque tem imunidade temporária; Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil (PMDB): investigado por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro (Carolina Antunes/PR/VEJA)

A definição antológica da relação da Odebrecht com o governo – qualquer governo – veio da boca de Emílio Odebrecht. Disse ele, referindo-se aos presidentes Lula, Hugo Chávez (Venezuela) e José Eduardo dos Santos (Angola): “Eu nunca tive com eles uma relação só de empresa. Sempre procurei ter com qualquer autoridade, principalmente nesse nível, uma preocupação voltada para os interesses do país e os interesses deles como chefes de governo.” O grupo político do presidente Michel Temer, ora no poder, bebeu com gosto nessa fonte.

O ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo, mandou abrir inquéritos contra oito dos 28 atuais ministros, entre eles Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral), os principais auxiliares de Temer. O inquérito contra os ministros não será concluído tão cedo, mas o desgaste político do governo é imediato – e caiu como uma bomba. Temer procurou mostrar serenidade e passar a impressão de que o governo continua a operar normalmente. Mas o material das delações revelado até agora não deixa dúvida: um cataclismo desponta no horizonte dos atuais ocupantes do poder.

Fonte: veja.com

LULA: NUNCA A PRISÃO ESTEVE TÃO PERTO

 

Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente (PT): será investigado em seis procedimentos no STF e na Justiça Federal do Paraná (Jefferson Coppola/VEJA)

Com os presidentes da República, a relação da Odebrecht tinha uma natureza especial – era a partir da proximidade com eles, afinal, que os negócios se desenvolviam com maior ou menor grau de sucesso. Não por acaso, seis dos presidentes do Brasil desde a redemocratização foram lembrados nos depoimentos prestados na delação do fim do mundo. Uns mais, outros menos. O caso de Lula é, sem dúvida, o mais constrangedor. Se os executivos da Odebrecht contaram a verdade, o petista foi capturado pela empreiteira. Se o que Marcelo Odebrecht disse for confirmado, Lula pode vir a ostentar o título de presidente mais corrupto da história – um mandatário que se submetia ao papel de marionete nas mãos de empresários e, em contrapartida, se locupletava do poder com dinheiro oriundo de esquemas de corrupção. O Lula que emerge das delações é um político pequeno, que não hesita em receber favores e presentes de empresários, inescrupuloso e capaz de ações ousadas quando o problema envolve poder e dinheiro.

As seis petições contra Lula enviadas pelo ministro Edson Fachin à primeira instância (leia-se juiz Sergio Moro) encorpam uma ficha extensa: Lula é réu em cinco processos, acusado de ter praticado os crimes de lavagem de dinheiro (211 vezes), corrupção passiva (dezessete vezes) e tráfico de influência (quatro vezes), além de organização criminosa e obstrução da Justiça. No próximo 3 de maio, Lula vai prestar depoimento a Moro, no primeiro encontro frente a frente entre os dois. A prisão preventiva é um risco cada vez mais real. Caso ela ocorra, o ex-presidente e o PT já têm um plano para transformar a eventual prisão em um espetacular ato político destinado a incendiar a militância.

Fonte: Veja.com

DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO

 

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira o fim do sigilo de todos os inquéritos abertos para apurar irregularidades contra políticos a partir de delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht.

No total, as investigações envolvem nove ministros do governo Michel Temer (PMDB), 28 senadores – incluindo o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE) – e 42 deputados federais – incluindo o presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Os inquéritos foram pedidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e incluem governadores, ministros, senadores, deputados federais e outros políticos. A VEJA teve acesso aos pedidos de inquérito.

Confira abaixo os nomes dos políticos que serão investigados em inquéritos abertos pelo STF. A lista inclui ministros de Temer, senadores e deputados:

Aécio Neves, senador (PSDB-MG)
Antônio Anastasia, senador (PSDB-MG)
Alfredo Nascimento, deputado (PR-AM)
Milton Monti, deputado (PR-SP)
Aloysio Nunes, senador (PSDB-SP)
Arlindo Chinaglia, deputado (PT-SP)
Arthur Maia, deputado (PPS-BA)
Bruno Araújo, ministro das Cidades (PSDB-PE)
Carlos Zarattini, deputado (PT-SP)
Cândido Vaccarezza, deputado (ex-PT-SP)
Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda (PT)
Eduardo Braga, senador (PMDB-AM)
Omar Aziz, senador (PSD-AM)
Cacá Leão, deputado (PP-BA)
Cássio Cunha Lima, senador (PSDB-PB)
Celso Russomanno, deputado (PRB-SP)
Ciro Nogueira, senador (PP-PI)
Dalírio Beber, senador (PSDB-SC)
Napoleão Bernardes, prefeito de Blumenau (PSDB-SC)
Daniel Elias Carvalho Vilela, deputado (PMDB-GO)
Maguito Vilela, ex-governador de Goiás (PMDB)
Daniel Gomes de Almeida, deputado (PCdoB-BA)
Décio Nery de Lima, deputado (PT-SC)
Ana Paula Lima, deputada estadual (PT-SC)
Edison Lobão, senador (PMDB-MA)
Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil (PMDB-RS)
Moreira Franco, secretário-geral da Presidência (PMDB-RJ)
Fábio Faria, deputado (PSD-RN)
Robinson Faria, governador do Rio Grande do Norte (PSD)
Rosalba Ciarlini, prefeita de Mossoró (PP-RN)
Fernando Collor de Mello, senador (PTC-AL)
Fernando Bezerra, senador (PSB-PE)
Gilberto Kassab, ministro das Comunicações (PSD-SP)
Heberte Lamarck Gomes da Silva (Betinho Gomes), deputado federal (PSDB-PE)
José Feliciano de Barros Júnior, advogado
José Ivaldo Gomes (Vado da Farmácia), ex-prefeito de Cabo do Santo Agostinho (PTB-PE)
Helder Barbalho, ministro da Integração Nacional (PMDB-PA)
Paulo Roberto Galvão da Rocha, senador (PT-PA)
Heráclito Fortes, deputado (PSB-PI)
Humberto Costa, senador (PT-PE)
Ivo Cassol, senador (PP-RO)
João Carlos Gonçalves Ribeiro, ex-secretário de Planejamento de Rondônia
João Carlos Paolilo Bacelar Filho, deputado (PR-BA)
Jorge Viana, senador (PT-AC)
Tião Viana, governador do Acre (PT)
José Carlos Aleluia, deputado (DEM-BA)
José Carlos Becker de Oliveira e Silva (Zeca Dirceu), deputado (PT-PR)
José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil
José Orcírio Miranda dos Santos (Zeca do PT), deputado (PT-MS)
Blairo Maggi, ministro da Agricultura (PP)
José Reinaldo Carneiro Tavares, deputado (PSB-MA)
Ulisses César Martins de Sousa, ex-procurador-geral do Estado do Maranhão
Renan Calheiros, senador (PMDB-AL)
Renan Calheiros Filho, governador do Alagoas (PMDB)
Fernando Bezerra de Sousa Coelho, senador (PSB-PE)
Júlio Lopes, deputado (PP-RJ)
Jutahy Magalhães Júnior, deputado (PSDB-BA)
Kátia Abreu, senadora (PMDB-TO)
Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu
Lídice da Mata, senadora (PSB-PE)
Lindberg Farias, senador (PT-RJ)
Marco Maia, deputado (PT-RS)
Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil (PMDB)
Humberto Kasper, ex-presidente da Trensurb
Marco Arildo Prates da Cunha, ex-presidente da Trensurb
Paulo Bernardo Silva, ex-ministro do Planejamento (PT)
Marcos Antônio Pereira, ministro da Indústria, Comércio e Serviços (PRB-ES)
Maria do Rosário Nunes, deputada (PT-RS)
Mário Negromonte Júnior, deputado (PP-BA)
Milton Monti, deputado (PR-SP)
Valdemar da Costa Neto, ex-deputado (PR-SP)
Nelson Pellegrino, deputado (PT-BA)
Ônix Lorenzoni , deputado (DEM-BA)
Paulo Henrique Ellery Lustosta da Costa, deputado (PP-CE)
Paulo Pereira da Silva, deputado (SD-SP)
Pedro Paulo Carvalho Teixeira, deputado (PMDB-RJ)
Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio de Janeiro (PMDB)
Ricardo Ferraço, senador (PSDB-ES)
Rodrigo Maia, deputado (DEM-RJ)
César Maia, ex-prefeito do Rio de Janeiro (DEM)
Rodrigo Garcia, deputado (DEM-SP)
Romero Jucá Filho, senador (PMDB-RR)
Eunicio Oliveira, senador (PMDB-CE)
Lúcio Quadros Vieira Lima, deputado (PMDB-BA)
Rodrigo Maia, deputado (DEM-RJ)
Rodrigo Jucá, advogado e filho de Romero Jucá (PSD-RR)
Valdir Raupp, senador (PMDB-RO)
Vander Loubet, deputado (PT-MS)
Vanessa Grazziotin, senadora (PCdoB-AM)
Eron Bezerra, marido da senadora Vanessa Grazziotin
Vicente Cândido, deputado (PT-SP)
Vicente Paulo da Silva, deputado (PT-SP)
Vital do Rêgo Filho, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU)
Yeda Rorato Crusius, deputada (PSDB-RS)

 

Fora do STF

Dezenas de outros inquéritos foram enviados por Fachin a outros tribunais porque os envolvidos não têm direito a foro no Supremo Tribunal Federal, como os governadores de estado, que têm de ser julgados pelo Superior Tribunal de Justiça.

Nesta lista estão, entre outros, os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Na lista também está o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que precisam ser julgados na primeira instância, ou seja, pela Justiça Federal de São Paulo.

Confira a lista:

Abelardo Lupion, ex-deputado federal (DEM)
Adolfo Viana de Castro Neto, deputado estadual (PSDB-BA)
Adrian Mussi, suplente de deputado (PHS-RJ)
Agnelo Queiroz, ex-governador (PCdoB-DF)
Alcebíades Sabíno dos Santos
Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e Petrobras
André Gustavo Vieira da Silva, publicitário
Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde (PT-SP)
Aloísio dos Santos Júnior
Aloizio Mercadante, ex-ministro (PT-SP)
Aluísio Teles Ferreira Filho, ex-diretor da Petrobras
Anderson Braga Dorneles, ex-assessor de Dilma
André de Souza
Andréia Légora, afilhada de Eduardo Cunha
Helil Cardozo (PMDB-RJ)
Anthony Garotinho, ex-governador do Rio (PR-RJ)
Antônio Carlos de Campos Machado, deputado estadual (PTB-SP)
Antônio Carlos Magalhães Neto, prefeito de Salvador (DEM-BA)
Antônio Duarte Nogueira Júnior, prefeito de Ribeirão Preto (PSDB-SP)
Antônio Egício Rufino de Carvalho, candidato a vereador de Uruguaina (PSDB-RS)
Antônio Palocci Filho, ex-ministro da Fazenda (PT-SP)
Arthur Virgílio, prefeito de Manaus (PSDB-AM)
Benjamin Steinbruch, empresário
Carlito Merss, ex-deputado federal (PT-SC)
Carlos Alberto Grana , ex-prefeito (PT-SP)
Beto Richa, governador do Paraná (PSDB-PR)
Carlos Busatto Júnior, prefeito de Itaguaí-RJ (PMDB-RJ)
Carlos Chagas
Carlinhos Almeida, ex-prefeito de São José dos Campos (PT-SP)
Carlos Roberto Casteglione Dias, ex-prefeito de Cachoeiro do Itapemirim (ES)
Carlos Lupi, ex-ministro do Trabalho (PDT-RJ)
Clécio Luís Vilhena Vieira, prefeito de Macapá (PSOL-AP)
Colbert Martins da Silva Filho, vice-prefeito de Feira de Santana-BA (PMDB)
Cristina Conceição Bredda Carrara, prefeita de Sumaré-SP (PSDB-SP)
Delcídio do Amaral, ex-senador, sem partido
Demerval da Fonseca
Demóstenes Torres, ex-deputado federal (DEM)
Diga Salomão
Dilma Rousseff, ex-presidente da República (PT)
Donisete Braga, ex-prefeito de Mauá (PT-SP)
Edinho Silva, prefeito de Araraquara (PT-SP)
Edson Aparecido dos Santos, ex-deputado federal (PSDB-SP)
Eduardo Celso de Araújo Marinho
Eduardo Cunha, ex-deputado federal (PMDB-RJ)
Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio (PMDB-RJ)
Eliseu Daniel, ex-candidato a prefeito de Limeira (PSDB-SP)
Eronildes Teixeira de Queiroz
Estilac Martins Rodrigues Xavier, conselheiro do TCE-RS
Everaldo Dias Pereira (pastor Everaldo), ex-candidato a presidente (PSC-RJ)
Fábio Cleto, ex-diretor da Caixa
Felipe Montoro Jens
Fernando Antônio Falcão Soares, Fernando Baiano, operador do PMDB
Fernando Capez, deputado estadual (PSDB-SP)
Fernando Pimentel, governador de MG (PT-MG)
Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo (PT-SP)
Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República ( PSDB-SP)
Firmino da Silveira Soares Filho
Flávio Dino, governador do Maranhão PCdoB-MA)
Francisco Azambuja Barbará, suplente de vereador em Uruguaiana (PSDB-RS)
Francisco Chaves
Francisco de Assis Pereira de Campos, deputado estadual (PT-SP)
Waldir Pires, vereador de Salvador (PT-BA)
Frederico Cantoni Antunes
Geddel Vieira Lima, ex-ministro PMDB-BA)
Geraldo Alves Ferreira Júnior, vereador de Salvador (SD-BA)
Geraldo Alckmin, governador de São Paulo (PSDB-SP)
Geraldo Simões de Oliveira, ex-deputado federal (PT-BA)
Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul (PMDB)
Gleise Hoffmann, senadora (PT-PR)
Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda (PT-SP)
Gustavo Falcão Soares, irmão de Fernando Baiano
Hélio de Oliveira dos Santos, Dr. Hélio, ex-prefeito de Campinas ( PDT-SP)
Henrique Alves, ex-ministro do Turismo (PMDB-RN)
Henrique Santana Carballal, vereador de Salvador (PV-BA)
Hugo Napoleão, ex-senador (PSD-PI)
Humberto Costa, senador (PT-PE)
Ideli Salvatti, ex-senadora (PT-SC)
IIson Mauro da Silva Brum, ex-candidata a prefeito de Uruguaiana (PMDB-RS)
Inaldo Leitão, ex-deputado federal (PL-PB)
Iris Rezende, prefeito de Goiânia (PMDB-GO)
Jairo Jorge da Silva, ex-prefeito de Canoas (PDT-RS)
Jaison Cardoso Souza, ex-prefeito de Imbituba (PSDB-SC)
Jaques Wagner, ex-governador da Bahia (PT-BA)
Jean Jackson Kuhlmann, deputado estadual (PSDB-SC)
Jean Vieira de Lima
João Almeida dos Santos, ex-deputado federal (PSDB-BA)
João Santana, marqueteiro
João Leão, vice-governador da Bahia (PP)
João Paulo Cunha, ex-deputado federal (PT-SP)
João Paulo Rillo, deputado estadual (PT-SP)
Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina (PSD)
João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT
Jonas Lopes de Carvalho, conselheiro do TCE-RJ
Gim Argello, ex-senador (PTB-DF)
Jorge Bittar, ex-deputado federal (PT-RJ)
Jorge Khoury, ex-deputado federal (DEM-BA)
Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa do Rio (PMDB-RJ)
José Aníbal, ex-senador (PMDB-SP)
José Antônio Barros Munhoz, ex-deputado estadual (PSDB)
José Eduardo Siqueira Campos, ex-senador (DEM-TO)
José Genoíno, ex-deputado federal (PT-SP)
José Marcelo do Nascimento Nilo, deputado estadual (PSL-BA)
Jose Maria Eymael,ex-deputado federal (PSDC-SP)
José Ricardo Franco Montoro, ex-deputado estadual (PSDB-SP)
José Roberto Arruda, ex-governador do DF (PR)
José Severiano Chaves, ex-deputado (PTB-PE)
Josefina Soares Bruggemann, vereadora (PP-RS)
Juçara Feitosa de Oliveira, suplente de senador (PT-BA)
Jussara Osório de Almeida, ex-vereadora (/Rede-RS)
Laurez da Rocha Moreira, prefeito (PSB-TO)
Lázaro Noé da Silva, candidato derrotado a prefeito (PPS)
Valtimir Ribeirão, candidato derrotado a prefeito (PMDB-SP)
Leur Antônio de Brito Lomanto Júnior, deputado estadual (PMDB-BA)
Luciano Santos Rezende, prefeito (PPS-ES)
Lúdio Frank Mendes Cabral, ex-vereador (PT-MT)
Luis Cláudio Lula da Silva, filho de Lula (SP)
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente (PT-SP)
Luiz Augusto Fuhrmann Schneider, prefeito (PSDB-RS)
Luiz Eduardo Melin de Carvalho e Silva, ex-diretor do BNDES
Luiz Fernando Pezão, governador do Rio (PMDB)
Luiz Marinho, ex-prefeito de São Bernardo do Campo (PT)
Luiz Paulo Vellozo Lucas, ex-deputado federal (PSDB-ES)
Luiz Roberto de Albuquerque, depuado federal (PSB-RS)
Lusenrique Quintal, empresário (PSD)
Manuela d’Ávila, deputada federal (PCdoB-RS)
Marcelo Miranda, governador do Tocantins ( PMDB)
Marcelo de Lima Lélis, ex-deputado estadual (PV-TO)
Márcio Araújo de Lacerda, ex-prefeito (PSB-MG)
Marconi Perillo, governador de Goiás (PSDB)
Maria da Conceição Caldas Rabha, ex-prefeita (PT-BA)
Mário de Melo Kertesz, ex-prefeito (PMDB-BA)
Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades (PP-BA)
Mariton Benedito de Holanda, ex-deputado federal (PT-RO)
Dermeval Fonseca Nevoeiro Junior, candidato derrotado a prefeito (DEM-SP)
Nilson Bonome, candidato derrotado a prefeito (PMDB-SP)
Osmar Dias, ex-senador (PDT-PR)
Oswaldo Baptista Duarte Filho, ex-prefeito de São Carlos-SP (PT)
Othon Luiz da Silva Pinheiro, ex-presidente da Eletronuclear
Palminio Altimari Filho, ex-prefeito (PMDB-SP)
Paulo Altomani, ex-prefeito de São Carlos-SP (PT)
Paulo Bernardo, ex-ministro (PT-PR)
Paulo César de Melo Sá, deputado estadual (PMDB-RJ)
Paulo Hartung, governador do Espírito Santo (PMDB)
Paulo Ferreira, ex-deputado federal (PT-SP)
Paulo Hadish, ex-prefeito (PSB-SP)
Paulo Magalhães Júnior, vereador (PV-BA)
Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras
Paulo Rubem Santiago Ferreira, ex-deputado federal (PSOL-PE)
Paulo Sérgio de Sá Bittencourt Câmara, vereador (PSDB-BA)
Paulo Skaf, presidente da Fiesp (PMDB)
Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula (PT)
Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras
Pedro Eurico de Barros e Silva, candidato derrotado a deputado federal (PSDB-PE)
Pedro Ramos de Miranda, assessor do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB)
Raimundo Coimbra Júnior, ex-deputado federal (PMDB-TO)
Renata Anchão Braga, ex-prefeita (PSDB-SP)
Renato Casagrande, ex-governador do Espírito Santo (PSB-ES)
Ricardo Fortunato de Oliveira, ex-prefeito (PMDB-GO)
Riverton Mussi Ramos, ex-prefeito (PMDB-RJ)
Robério Bandeira de Negreiros Filho, deputado distrital (PMDB-DF)
Roberto Carlos de Souza, ex-prefeito (PSDB-SC)
Roberto Massafera, deputado estadual (PSDB-SP)
Rogerio Pascon, prefeito (PTB-SP)
Ronaldo Dimas, prefeito (PR-TO)
Ronnie Peterson Colpo Mello, prefeito (PP-RS)
Rosângela Garotinho, ex-governadora do Rio (PR-RJ)
Rosely Nassim Jorge Santos
Rubens Merguizo Filho, prefeito (PMDB-SP)
Rubens Moreira Mendes Filho, ex-deputado federal (PSD-RO)
Saldanha Leivas Cougo, candidato derrotado a deputado federal (PRB-SP)
Sandoval Lôbo Cardoso, ex-governador do Tocantins (SD)
Sandro Antonio Scodro, ex-deputado federal (PMDB-GO)
Sebastião Almeida, ex-prefeito de Guarulhos-SP (PDT)
Sérgio Cabral, ex-governador do Rio (PMDB)
Tiago Brandão Correia, vereador (PTN-BA)
Valmir Queiroz Mariano, ex-prefeito (PSD-PA)
Vanessa Damo, ex-deputada estadual (PMDB-SP)
Wayner Fajardo Gasparello, secretário municipal de Obras do Rio
Wilma Faria, vereadora (PT do B-RN)
Wilson Carlos Cordeiro, ex-secretário municipal de Governo do Rio

Fonte: Veja.com

 

CAMPANHAS DE 2010 E 2014 DE DILMA RECEBERAM 150 MILHÕES EM TROCA DE APROVAÇÃO DE MEDIDAS PROVISÓRIAS

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) (Evaristo Sá/AFP)

 

Seis delatores da Odebrecht, incluindo os proprietários Emílio e Marcelo, relataram o pagamento de propina a integrantes das cúpulas dos poderes Executivo e Legislativo em troca da edição e aprovação de medidas provisórias.  As MPs 470, de 2009, e 613, de 2013, renderam, segundo os delatores, o repasse de 50 milhões de reais e de 100 milhões de reais às campanhas de Dilma Rousseff à Presidência em 2010 e 2014. No Congresso, embolsaram vantagens indevidas os presidente do Senado, Eunício Oliveira (2 milhão de reais), e da Câmara, Rodrigo Maia (100.000 reais). Também foram agraciados os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá, com 4 milhões de reais para a dupla, e o deputado Lúcio Vieira Lima, com 1 milhão de reais.

Fonte: Veja.com

ARQUEÓLOGOS ENCONTRAM A OBTURAÇÃO MAIS ANTIGA DO MUNDO

 

Os dentes vistos por cima / Stephano Benazzi

São só dois dentes, um canino e um incisor, achados no sítio Riparo Fredian, perto da cidade de Lucca, Itália. Não se sabe o sexo nem a idade de seu dono – ainda que, pela forma como estavam gastos, presume-se que não fosse jovem. Mas o que se sabe é: estiveram na boca de alguém há 13 mil anos, tiveram cáries removidas com uma ferramenta de pedra e no lugar foi colocado uma mistura de fibras vegetais com betume. Este último também conhecido como asfalto, o mesmo ingrediente do pavimento da rua, mas que por milênios foi usado como remédio. Suas propriedades antibacterianas serviam para preservar as múmias do antigo Egito*. As plantas provavelmente também eram medicinais.

O betume e as plantas, se vê acima, não sobreviveram ao tempo. Foram descobertos por uma análise química mais profunda. Os buracos são grandes, circulares, e profundos – bem-feitos, ainda mais levando em conta as ferramentas disponíveis do dentista. O preenchimento evitava que alimentos caíssem no buraco e causassem mais infecção. Já a dor do procedimento… fica para cada um imaginar.

Algum defensor da dieta paleo talvez esteja estranhado cáries no Paleolítico. Não teriam sido elas criadas pela agricultura? Segundo Stephano Benazzi, da Universidade de Bolonha e arqueólogo condutor do estudo, o culpado provavelmente foram novos alimentos trazidos por migrantes do Oriente Médio, região onde, eventualmente, nasceria a agricultura. “Essa mudança de dieta – e as cáries – podem ter levado ao surgimento do tratamento dentário”, afirma.

Aliás, os dentes são a primeira evidência de obturação, mas não tratamento. Em 2015, o próprio Benazzi encontrou dentes que pareciam raspados para tirar cáries, datados de mil anos antes.

Fonte: UOL

FOTOS HISTÓRICAS: CARNAVAL EM OURO BRANCO NA DÉCADA DE 50

 

Carnaval em Ouro Branco na década de 50

O registro fotográfico acima foi realizado na década de 50 aqui em Ouro Branco no período do carnaval. Acredito que o autor da foto foi Baléu, mas não tenho certeza. Algumas pessoas que estão na foto acima: Clóvis Bitico está segurando uma bicicleta, Celso de Inácio Ferreira com um pandeiro, Edivaldo (irmão de Jader) com um clarinete, Jaime Catita com seu cavaquinho e Paulino Soares com sua famosa rabeca.

Fonte: Livro “Ouro Branco: De 1722 a 1954”.

TUBEIROS X FUSCÕES COMO NOME DE BLOCO POLÍTICO EM OURO BRANCO

A discussão em torno da polaridade partidária, defendida por Quipauá, tem propósito de simplificar as escolhas políticas, garantir a fidelidade partidária e resistir às dominações pessoais na política local. As 17 comissões ou diretórios fincados em Ouro Branco sendo sete ideologias representadas no legislativo, se elegeram através de duas coligações. E os próprios parlamentares se dividem em dois blocos.

A força da polaridade partidária é que ela garante, por razões práticas, que os mandatários e políticos dos partidos se mantenham nos seus eixos. Os Tubeiros tem seus interesses e os Fuscões tem os seus também, de modo que os políticos só serão aceitos pelo povo se agradarem a seu respectivo lado. E como a divisão partidária em Ouro Branco gira em torno de um terço, a proporção sempre vai estar garantindo alguma democracia.

O terço a que nos referimos é baseado numa estimativa de ideologia partidária. Por experiências, sem dados concretos, entendemos que um terço do eleitorado ourobranquense, cerca de 1.200 eleitores, é Tubeiro, outro terço é Fuscão, e o terço restante é variante entre os lados que estiverem no comando. Nessa conta, acreditamos que qualquer lado que esteja no comando sempre estará satisfazendo a cerca de 65% do eleitorado, o que é uma proporção satisfatória para a população.

Os autores de Quipauá, como bons regionalistas que são, defendem veementemente que os políticos municipais mantenham sempre essas denominações ideológicas. Inclusive pelos contextos históricos de seus apelidos.