ATINGIDO EM CHEIO

 

Moreira Franco, ministro da Secretaria-geral da Presidência (PMDB): investigado por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro; Michel Temer, presidente da República (PMDB): não será investigado porque tem imunidade temporária; Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil (PMDB): investigado por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro (Carolina Antunes/PR/VEJA)

A definição antológica da relação da Odebrecht com o governo – qualquer governo – veio da boca de Emílio Odebrecht. Disse ele, referindo-se aos presidentes Lula, Hugo Chávez (Venezuela) e José Eduardo dos Santos (Angola): “Eu nunca tive com eles uma relação só de empresa. Sempre procurei ter com qualquer autoridade, principalmente nesse nível, uma preocupação voltada para os interesses do país e os interesses deles como chefes de governo.” O grupo político do presidente Michel Temer, ora no poder, bebeu com gosto nessa fonte.

O ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo, mandou abrir inquéritos contra oito dos 28 atuais ministros, entre eles Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral), os principais auxiliares de Temer. O inquérito contra os ministros não será concluído tão cedo, mas o desgaste político do governo é imediato – e caiu como uma bomba. Temer procurou mostrar serenidade e passar a impressão de que o governo continua a operar normalmente. Mas o material das delações revelado até agora não deixa dúvida: um cataclismo desponta no horizonte dos atuais ocupantes do poder.

Fonte: veja.com

LULA: NUNCA A PRISÃO ESTEVE TÃO PERTO

 

Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente (PT): será investigado em seis procedimentos no STF e na Justiça Federal do Paraná (Jefferson Coppola/VEJA)

Com os presidentes da República, a relação da Odebrecht tinha uma natureza especial – era a partir da proximidade com eles, afinal, que os negócios se desenvolviam com maior ou menor grau de sucesso. Não por acaso, seis dos presidentes do Brasil desde a redemocratização foram lembrados nos depoimentos prestados na delação do fim do mundo. Uns mais, outros menos. O caso de Lula é, sem dúvida, o mais constrangedor. Se os executivos da Odebrecht contaram a verdade, o petista foi capturado pela empreiteira. Se o que Marcelo Odebrecht disse for confirmado, Lula pode vir a ostentar o título de presidente mais corrupto da história – um mandatário que se submetia ao papel de marionete nas mãos de empresários e, em contrapartida, se locupletava do poder com dinheiro oriundo de esquemas de corrupção. O Lula que emerge das delações é um político pequeno, que não hesita em receber favores e presentes de empresários, inescrupuloso e capaz de ações ousadas quando o problema envolve poder e dinheiro.

As seis petições contra Lula enviadas pelo ministro Edson Fachin à primeira instância (leia-se juiz Sergio Moro) encorpam uma ficha extensa: Lula é réu em cinco processos, acusado de ter praticado os crimes de lavagem de dinheiro (211 vezes), corrupção passiva (dezessete vezes) e tráfico de influência (quatro vezes), além de organização criminosa e obstrução da Justiça. No próximo 3 de maio, Lula vai prestar depoimento a Moro, no primeiro encontro frente a frente entre os dois. A prisão preventiva é um risco cada vez mais real. Caso ela ocorra, o ex-presidente e o PT já têm um plano para transformar a eventual prisão em um espetacular ato político destinado a incendiar a militância.

Fonte: Veja.com

DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO

 

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira o fim do sigilo de todos os inquéritos abertos para apurar irregularidades contra políticos a partir de delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht.

No total, as investigações envolvem nove ministros do governo Michel Temer (PMDB), 28 senadores – incluindo o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE) – e 42 deputados federais – incluindo o presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Os inquéritos foram pedidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e incluem governadores, ministros, senadores, deputados federais e outros políticos. A VEJA teve acesso aos pedidos de inquérito.

Confira abaixo os nomes dos políticos que serão investigados em inquéritos abertos pelo STF. A lista inclui ministros de Temer, senadores e deputados:

Aécio Neves, senador (PSDB-MG)
Antônio Anastasia, senador (PSDB-MG)
Alfredo Nascimento, deputado (PR-AM)
Milton Monti, deputado (PR-SP)
Aloysio Nunes, senador (PSDB-SP)
Arlindo Chinaglia, deputado (PT-SP)
Arthur Maia, deputado (PPS-BA)
Bruno Araújo, ministro das Cidades (PSDB-PE)
Carlos Zarattini, deputado (PT-SP)
Cândido Vaccarezza, deputado (ex-PT-SP)
Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda (PT)
Eduardo Braga, senador (PMDB-AM)
Omar Aziz, senador (PSD-AM)
Cacá Leão, deputado (PP-BA)
Cássio Cunha Lima, senador (PSDB-PB)
Celso Russomanno, deputado (PRB-SP)
Ciro Nogueira, senador (PP-PI)
Dalírio Beber, senador (PSDB-SC)
Napoleão Bernardes, prefeito de Blumenau (PSDB-SC)
Daniel Elias Carvalho Vilela, deputado (PMDB-GO)
Maguito Vilela, ex-governador de Goiás (PMDB)
Daniel Gomes de Almeida, deputado (PCdoB-BA)
Décio Nery de Lima, deputado (PT-SC)
Ana Paula Lima, deputada estadual (PT-SC)
Edison Lobão, senador (PMDB-MA)
Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil (PMDB-RS)
Moreira Franco, secretário-geral da Presidência (PMDB-RJ)
Fábio Faria, deputado (PSD-RN)
Robinson Faria, governador do Rio Grande do Norte (PSD)
Rosalba Ciarlini, prefeita de Mossoró (PP-RN)
Fernando Collor de Mello, senador (PTC-AL)
Fernando Bezerra, senador (PSB-PE)
Gilberto Kassab, ministro das Comunicações (PSD-SP)
Heberte Lamarck Gomes da Silva (Betinho Gomes), deputado federal (PSDB-PE)
José Feliciano de Barros Júnior, advogado
José Ivaldo Gomes (Vado da Farmácia), ex-prefeito de Cabo do Santo Agostinho (PTB-PE)
Helder Barbalho, ministro da Integração Nacional (PMDB-PA)
Paulo Roberto Galvão da Rocha, senador (PT-PA)
Heráclito Fortes, deputado (PSB-PI)
Humberto Costa, senador (PT-PE)
Ivo Cassol, senador (PP-RO)
João Carlos Gonçalves Ribeiro, ex-secretário de Planejamento de Rondônia
João Carlos Paolilo Bacelar Filho, deputado (PR-BA)
Jorge Viana, senador (PT-AC)
Tião Viana, governador do Acre (PT)
José Carlos Aleluia, deputado (DEM-BA)
José Carlos Becker de Oliveira e Silva (Zeca Dirceu), deputado (PT-PR)
José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil
José Orcírio Miranda dos Santos (Zeca do PT), deputado (PT-MS)
Blairo Maggi, ministro da Agricultura (PP)
José Reinaldo Carneiro Tavares, deputado (PSB-MA)
Ulisses César Martins de Sousa, ex-procurador-geral do Estado do Maranhão
Renan Calheiros, senador (PMDB-AL)
Renan Calheiros Filho, governador do Alagoas (PMDB)
Fernando Bezerra de Sousa Coelho, senador (PSB-PE)
Júlio Lopes, deputado (PP-RJ)
Jutahy Magalhães Júnior, deputado (PSDB-BA)
Kátia Abreu, senadora (PMDB-TO)
Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu
Lídice da Mata, senadora (PSB-PE)
Lindberg Farias, senador (PT-RJ)
Marco Maia, deputado (PT-RS)
Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil (PMDB)
Humberto Kasper, ex-presidente da Trensurb
Marco Arildo Prates da Cunha, ex-presidente da Trensurb
Paulo Bernardo Silva, ex-ministro do Planejamento (PT)
Marcos Antônio Pereira, ministro da Indústria, Comércio e Serviços (PRB-ES)
Maria do Rosário Nunes, deputada (PT-RS)
Mário Negromonte Júnior, deputado (PP-BA)
Milton Monti, deputado (PR-SP)
Valdemar da Costa Neto, ex-deputado (PR-SP)
Nelson Pellegrino, deputado (PT-BA)
Ônix Lorenzoni , deputado (DEM-BA)
Paulo Henrique Ellery Lustosta da Costa, deputado (PP-CE)
Paulo Pereira da Silva, deputado (SD-SP)
Pedro Paulo Carvalho Teixeira, deputado (PMDB-RJ)
Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio de Janeiro (PMDB)
Ricardo Ferraço, senador (PSDB-ES)
Rodrigo Maia, deputado (DEM-RJ)
César Maia, ex-prefeito do Rio de Janeiro (DEM)
Rodrigo Garcia, deputado (DEM-SP)
Romero Jucá Filho, senador (PMDB-RR)
Eunicio Oliveira, senador (PMDB-CE)
Lúcio Quadros Vieira Lima, deputado (PMDB-BA)
Rodrigo Maia, deputado (DEM-RJ)
Rodrigo Jucá, advogado e filho de Romero Jucá (PSD-RR)
Valdir Raupp, senador (PMDB-RO)
Vander Loubet, deputado (PT-MS)
Vanessa Grazziotin, senadora (PCdoB-AM)
Eron Bezerra, marido da senadora Vanessa Grazziotin
Vicente Cândido, deputado (PT-SP)
Vicente Paulo da Silva, deputado (PT-SP)
Vital do Rêgo Filho, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU)
Yeda Rorato Crusius, deputada (PSDB-RS)

 

Fora do STF

Dezenas de outros inquéritos foram enviados por Fachin a outros tribunais porque os envolvidos não têm direito a foro no Supremo Tribunal Federal, como os governadores de estado, que têm de ser julgados pelo Superior Tribunal de Justiça.

Nesta lista estão, entre outros, os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Na lista também está o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que precisam ser julgados na primeira instância, ou seja, pela Justiça Federal de São Paulo.

Confira a lista:

Abelardo Lupion, ex-deputado federal (DEM)
Adolfo Viana de Castro Neto, deputado estadual (PSDB-BA)
Adrian Mussi, suplente de deputado (PHS-RJ)
Agnelo Queiroz, ex-governador (PCdoB-DF)
Alcebíades Sabíno dos Santos
Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e Petrobras
André Gustavo Vieira da Silva, publicitário
Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde (PT-SP)
Aloísio dos Santos Júnior
Aloizio Mercadante, ex-ministro (PT-SP)
Aluísio Teles Ferreira Filho, ex-diretor da Petrobras
Anderson Braga Dorneles, ex-assessor de Dilma
André de Souza
Andréia Légora, afilhada de Eduardo Cunha
Helil Cardozo (PMDB-RJ)
Anthony Garotinho, ex-governador do Rio (PR-RJ)
Antônio Carlos de Campos Machado, deputado estadual (PTB-SP)
Antônio Carlos Magalhães Neto, prefeito de Salvador (DEM-BA)
Antônio Duarte Nogueira Júnior, prefeito de Ribeirão Preto (PSDB-SP)
Antônio Egício Rufino de Carvalho, candidato a vereador de Uruguaina (PSDB-RS)
Antônio Palocci Filho, ex-ministro da Fazenda (PT-SP)
Arthur Virgílio, prefeito de Manaus (PSDB-AM)
Benjamin Steinbruch, empresário
Carlito Merss, ex-deputado federal (PT-SC)
Carlos Alberto Grana , ex-prefeito (PT-SP)
Beto Richa, governador do Paraná (PSDB-PR)
Carlos Busatto Júnior, prefeito de Itaguaí-RJ (PMDB-RJ)
Carlos Chagas
Carlinhos Almeida, ex-prefeito de São José dos Campos (PT-SP)
Carlos Roberto Casteglione Dias, ex-prefeito de Cachoeiro do Itapemirim (ES)
Carlos Lupi, ex-ministro do Trabalho (PDT-RJ)
Clécio Luís Vilhena Vieira, prefeito de Macapá (PSOL-AP)
Colbert Martins da Silva Filho, vice-prefeito de Feira de Santana-BA (PMDB)
Cristina Conceição Bredda Carrara, prefeita de Sumaré-SP (PSDB-SP)
Delcídio do Amaral, ex-senador, sem partido
Demerval da Fonseca
Demóstenes Torres, ex-deputado federal (DEM)
Diga Salomão
Dilma Rousseff, ex-presidente da República (PT)
Donisete Braga, ex-prefeito de Mauá (PT-SP)
Edinho Silva, prefeito de Araraquara (PT-SP)
Edson Aparecido dos Santos, ex-deputado federal (PSDB-SP)
Eduardo Celso de Araújo Marinho
Eduardo Cunha, ex-deputado federal (PMDB-RJ)
Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio (PMDB-RJ)
Eliseu Daniel, ex-candidato a prefeito de Limeira (PSDB-SP)
Eronildes Teixeira de Queiroz
Estilac Martins Rodrigues Xavier, conselheiro do TCE-RS
Everaldo Dias Pereira (pastor Everaldo), ex-candidato a presidente (PSC-RJ)
Fábio Cleto, ex-diretor da Caixa
Felipe Montoro Jens
Fernando Antônio Falcão Soares, Fernando Baiano, operador do PMDB
Fernando Capez, deputado estadual (PSDB-SP)
Fernando Pimentel, governador de MG (PT-MG)
Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo (PT-SP)
Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República ( PSDB-SP)
Firmino da Silveira Soares Filho
Flávio Dino, governador do Maranhão PCdoB-MA)
Francisco Azambuja Barbará, suplente de vereador em Uruguaiana (PSDB-RS)
Francisco Chaves
Francisco de Assis Pereira de Campos, deputado estadual (PT-SP)
Waldir Pires, vereador de Salvador (PT-BA)
Frederico Cantoni Antunes
Geddel Vieira Lima, ex-ministro PMDB-BA)
Geraldo Alves Ferreira Júnior, vereador de Salvador (SD-BA)
Geraldo Alckmin, governador de São Paulo (PSDB-SP)
Geraldo Simões de Oliveira, ex-deputado federal (PT-BA)
Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul (PMDB)
Gleise Hoffmann, senadora (PT-PR)
Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda (PT-SP)
Gustavo Falcão Soares, irmão de Fernando Baiano
Hélio de Oliveira dos Santos, Dr. Hélio, ex-prefeito de Campinas ( PDT-SP)
Henrique Alves, ex-ministro do Turismo (PMDB-RN)
Henrique Santana Carballal, vereador de Salvador (PV-BA)
Hugo Napoleão, ex-senador (PSD-PI)
Humberto Costa, senador (PT-PE)
Ideli Salvatti, ex-senadora (PT-SC)
IIson Mauro da Silva Brum, ex-candidata a prefeito de Uruguaiana (PMDB-RS)
Inaldo Leitão, ex-deputado federal (PL-PB)
Iris Rezende, prefeito de Goiânia (PMDB-GO)
Jairo Jorge da Silva, ex-prefeito de Canoas (PDT-RS)
Jaison Cardoso Souza, ex-prefeito de Imbituba (PSDB-SC)
Jaques Wagner, ex-governador da Bahia (PT-BA)
Jean Jackson Kuhlmann, deputado estadual (PSDB-SC)
Jean Vieira de Lima
João Almeida dos Santos, ex-deputado federal (PSDB-BA)
João Santana, marqueteiro
João Leão, vice-governador da Bahia (PP)
João Paulo Cunha, ex-deputado federal (PT-SP)
João Paulo Rillo, deputado estadual (PT-SP)
Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina (PSD)
João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT
Jonas Lopes de Carvalho, conselheiro do TCE-RJ
Gim Argello, ex-senador (PTB-DF)
Jorge Bittar, ex-deputado federal (PT-RJ)
Jorge Khoury, ex-deputado federal (DEM-BA)
Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa do Rio (PMDB-RJ)
José Aníbal, ex-senador (PMDB-SP)
José Antônio Barros Munhoz, ex-deputado estadual (PSDB)
José Eduardo Siqueira Campos, ex-senador (DEM-TO)
José Genoíno, ex-deputado federal (PT-SP)
José Marcelo do Nascimento Nilo, deputado estadual (PSL-BA)
Jose Maria Eymael,ex-deputado federal (PSDC-SP)
José Ricardo Franco Montoro, ex-deputado estadual (PSDB-SP)
José Roberto Arruda, ex-governador do DF (PR)
José Severiano Chaves, ex-deputado (PTB-PE)
Josefina Soares Bruggemann, vereadora (PP-RS)
Juçara Feitosa de Oliveira, suplente de senador (PT-BA)
Jussara Osório de Almeida, ex-vereadora (/Rede-RS)
Laurez da Rocha Moreira, prefeito (PSB-TO)
Lázaro Noé da Silva, candidato derrotado a prefeito (PPS)
Valtimir Ribeirão, candidato derrotado a prefeito (PMDB-SP)
Leur Antônio de Brito Lomanto Júnior, deputado estadual (PMDB-BA)
Luciano Santos Rezende, prefeito (PPS-ES)
Lúdio Frank Mendes Cabral, ex-vereador (PT-MT)
Luis Cláudio Lula da Silva, filho de Lula (SP)
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente (PT-SP)
Luiz Augusto Fuhrmann Schneider, prefeito (PSDB-RS)
Luiz Eduardo Melin de Carvalho e Silva, ex-diretor do BNDES
Luiz Fernando Pezão, governador do Rio (PMDB)
Luiz Marinho, ex-prefeito de São Bernardo do Campo (PT)
Luiz Paulo Vellozo Lucas, ex-deputado federal (PSDB-ES)
Luiz Roberto de Albuquerque, depuado federal (PSB-RS)
Lusenrique Quintal, empresário (PSD)
Manuela d’Ávila, deputada federal (PCdoB-RS)
Marcelo Miranda, governador do Tocantins ( PMDB)
Marcelo de Lima Lélis, ex-deputado estadual (PV-TO)
Márcio Araújo de Lacerda, ex-prefeito (PSB-MG)
Marconi Perillo, governador de Goiás (PSDB)
Maria da Conceição Caldas Rabha, ex-prefeita (PT-BA)
Mário de Melo Kertesz, ex-prefeito (PMDB-BA)
Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades (PP-BA)
Mariton Benedito de Holanda, ex-deputado federal (PT-RO)
Dermeval Fonseca Nevoeiro Junior, candidato derrotado a prefeito (DEM-SP)
Nilson Bonome, candidato derrotado a prefeito (PMDB-SP)
Osmar Dias, ex-senador (PDT-PR)
Oswaldo Baptista Duarte Filho, ex-prefeito de São Carlos-SP (PT)
Othon Luiz da Silva Pinheiro, ex-presidente da Eletronuclear
Palminio Altimari Filho, ex-prefeito (PMDB-SP)
Paulo Altomani, ex-prefeito de São Carlos-SP (PT)
Paulo Bernardo, ex-ministro (PT-PR)
Paulo César de Melo Sá, deputado estadual (PMDB-RJ)
Paulo Hartung, governador do Espírito Santo (PMDB)
Paulo Ferreira, ex-deputado federal (PT-SP)
Paulo Hadish, ex-prefeito (PSB-SP)
Paulo Magalhães Júnior, vereador (PV-BA)
Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras
Paulo Rubem Santiago Ferreira, ex-deputado federal (PSOL-PE)
Paulo Sérgio de Sá Bittencourt Câmara, vereador (PSDB-BA)
Paulo Skaf, presidente da Fiesp (PMDB)
Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula (PT)
Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras
Pedro Eurico de Barros e Silva, candidato derrotado a deputado federal (PSDB-PE)
Pedro Ramos de Miranda, assessor do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB)
Raimundo Coimbra Júnior, ex-deputado federal (PMDB-TO)
Renata Anchão Braga, ex-prefeita (PSDB-SP)
Renato Casagrande, ex-governador do Espírito Santo (PSB-ES)
Ricardo Fortunato de Oliveira, ex-prefeito (PMDB-GO)
Riverton Mussi Ramos, ex-prefeito (PMDB-RJ)
Robério Bandeira de Negreiros Filho, deputado distrital (PMDB-DF)
Roberto Carlos de Souza, ex-prefeito (PSDB-SC)
Roberto Massafera, deputado estadual (PSDB-SP)
Rogerio Pascon, prefeito (PTB-SP)
Ronaldo Dimas, prefeito (PR-TO)
Ronnie Peterson Colpo Mello, prefeito (PP-RS)
Rosângela Garotinho, ex-governadora do Rio (PR-RJ)
Rosely Nassim Jorge Santos
Rubens Merguizo Filho, prefeito (PMDB-SP)
Rubens Moreira Mendes Filho, ex-deputado federal (PSD-RO)
Saldanha Leivas Cougo, candidato derrotado a deputado federal (PRB-SP)
Sandoval Lôbo Cardoso, ex-governador do Tocantins (SD)
Sandro Antonio Scodro, ex-deputado federal (PMDB-GO)
Sebastião Almeida, ex-prefeito de Guarulhos-SP (PDT)
Sérgio Cabral, ex-governador do Rio (PMDB)
Tiago Brandão Correia, vereador (PTN-BA)
Valmir Queiroz Mariano, ex-prefeito (PSD-PA)
Vanessa Damo, ex-deputada estadual (PMDB-SP)
Wayner Fajardo Gasparello, secretário municipal de Obras do Rio
Wilma Faria, vereadora (PT do B-RN)
Wilson Carlos Cordeiro, ex-secretário municipal de Governo do Rio

Fonte: Veja.com

 

CAMPANHAS DE 2010 E 2014 DE DILMA RECEBERAM 150 MILHÕES EM TROCA DE APROVAÇÃO DE MEDIDAS PROVISÓRIAS

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) (Evaristo Sá/AFP)

 

Seis delatores da Odebrecht, incluindo os proprietários Emílio e Marcelo, relataram o pagamento de propina a integrantes das cúpulas dos poderes Executivo e Legislativo em troca da edição e aprovação de medidas provisórias.  As MPs 470, de 2009, e 613, de 2013, renderam, segundo os delatores, o repasse de 50 milhões de reais e de 100 milhões de reais às campanhas de Dilma Rousseff à Presidência em 2010 e 2014. No Congresso, embolsaram vantagens indevidas os presidente do Senado, Eunício Oliveira (2 milhão de reais), e da Câmara, Rodrigo Maia (100.000 reais). Também foram agraciados os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá, com 4 milhões de reais para a dupla, e o deputado Lúcio Vieira Lima, com 1 milhão de reais.

Fonte: Veja.com

ARQUEÓLOGOS ENCONTRAM A OBTURAÇÃO MAIS ANTIGA DO MUNDO

 

Os dentes vistos por cima / Stephano Benazzi

São só dois dentes, um canino e um incisor, achados no sítio Riparo Fredian, perto da cidade de Lucca, Itália. Não se sabe o sexo nem a idade de seu dono – ainda que, pela forma como estavam gastos, presume-se que não fosse jovem. Mas o que se sabe é: estiveram na boca de alguém há 13 mil anos, tiveram cáries removidas com uma ferramenta de pedra e no lugar foi colocado uma mistura de fibras vegetais com betume. Este último também conhecido como asfalto, o mesmo ingrediente do pavimento da rua, mas que por milênios foi usado como remédio. Suas propriedades antibacterianas serviam para preservar as múmias do antigo Egito*. As plantas provavelmente também eram medicinais.

O betume e as plantas, se vê acima, não sobreviveram ao tempo. Foram descobertos por uma análise química mais profunda. Os buracos são grandes, circulares, e profundos – bem-feitos, ainda mais levando em conta as ferramentas disponíveis do dentista. O preenchimento evitava que alimentos caíssem no buraco e causassem mais infecção. Já a dor do procedimento… fica para cada um imaginar.

Algum defensor da dieta paleo talvez esteja estranhado cáries no Paleolítico. Não teriam sido elas criadas pela agricultura? Segundo Stephano Benazzi, da Universidade de Bolonha e arqueólogo condutor do estudo, o culpado provavelmente foram novos alimentos trazidos por migrantes do Oriente Médio, região onde, eventualmente, nasceria a agricultura. “Essa mudança de dieta – e as cáries – podem ter levado ao surgimento do tratamento dentário”, afirma.

Aliás, os dentes são a primeira evidência de obturação, mas não tratamento. Em 2015, o próprio Benazzi encontrou dentes que pareciam raspados para tirar cáries, datados de mil anos antes.

Fonte: UOL

FOTOS HISTÓRICAS: CARNAVAL EM OURO BRANCO NA DÉCADA DE 50

 

Carnaval em Ouro Branco na década de 50

O registro fotográfico acima foi realizado na década de 50 aqui em Ouro Branco no período do carnaval. Acredito que o autor da foto foi Baléu, mas não tenho certeza. Algumas pessoas que estão na foto acima: Clóvis Bitico está segurando uma bicicleta, Celso de Inácio Ferreira com um pandeiro, Edivaldo (irmão de Jader) com um clarinete, Jaime Catita com seu cavaquinho e Paulino Soares com sua famosa rabeca.

Fonte: Livro “Ouro Branco: De 1722 a 1954”.

É ALARMANTE O NÚMERO DE FOCOS DO MOSQUITO DA DENGUE ENCONTRADOS EM OURO BRANCO

Mosquito da dengue

O blog  Quipauá apurou que é alarmante o número de focos do mosquito da dengue encontrados em nossa cidade. No dia 13 de março foi iniciado o LIA – Levantamento do Índice Amostral – em Ouro Branco sendo que o mesmo foi finalizado no dia 16  de março. Foram inspecionados 220 imóveis no LIA, sendo que em 38 imóveis foram encontrados focos do mosquito Aedes aegypti, ou seja, 17,2% de infestação. O número é altíssimo.

O LIA é uma pesquisa que é realizada em 10% dos imóveis do município, e a partir desses dados é possível detectar o número de focos como também a sua distribuição na área pesquisada. Para a população entender melhor, como o índice de infestação ficou em 17,2%, isso significa que a cada 100 imóveis pesquisados aqui em Ouro Branco, 17 imóveis foram encontrados focos do mosquito da dengue. Na sua grande maioria os focos são encontrados em cisternas, tanques, tambores e caixas- d`água.

Segundo o Ministério da Saúde, abaixo de 1% a condição é satisfatória, entre 1% e 3,9% a situação é de alerta, já superior a 4% há risco de surto de dengue. Somente para lembrar, Ouro Branco está com 17,2% de infestação segundo dados do LIA realizado em março de 2017.

 

STF PROÍBE DIREITO DE GREVE A TODAS AS CARREIRAS POLICIAIS

Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em julgamento nesta quarta-feira, proibir o direito de greve para todas as categorias policiais e todos os demais servidores diretamente relacionados à segurança pública. A Corte tomou a decisão com base em um processo movido pelo Sindicato dos Policiais Civis de Goiás (Sindipol-GO) contra o Estado de Goiás, que pedia o reconhecimento do direito de greve para os agentes civis.

Após a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), que autorizou a possibilidade de parada coletiva dos policiais, a gestão do governador Marconi Perillo (PSDB) recorreu ao STF, solicitando que a Corte elaborasse uma decisão definitiva sobre a questão. Tanto a Procuradoria-Geral da República (PGR), representada pelo vice-procurador José Bonifácio de Andrada, quanto o governo federal, representado pela advogada-geral da União, Grace Mendonça, corroboraram o entendimento do governo de Goiás. A AGU já havia adiantado, em parecer, a posição contrária à paralisação.

O processo foi relatado pelo ministro Edson Fachin, que considerou válido o direito de greve de agentes civis, desde que autorizado previamente pela Justiça e desarmados. Segundo a falar, o mais novo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, votou de forma divergente, defendendo a interpretação que se aplica aos policiais militares no que diz respeito à hierarquia e aos riscos à segurança da interrupção dos trabalhos policiais.

Moraes também rejeitou a hipótese levantada por Fachin de que os policiais se desarmassem para participar de manifestações, ressaltando que isso só acontece em casos de expulsão ou suspensão. “Não existe humilhação maior ao policial”, afirmou. O entendimento dele foi acompanhado pelos ministros Luis Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e pela presidente da Corte, Cármen Lúcia.

A hipótese de Fachin ainda ganhou o apoio dos ministros Rosa Weber e Marco Aurélio Mello, mas acabou derrotada. Decano da corte, Celso de Mello não compareceu ao julgamento. Com a decisão, haverá o que se chama de repercussão geral, isto é, a partir de agora, todos os casos semelhantes deverão ser interpretados da mesma forma.

Fonte: Veja.com

VEREADOR SÉRGIO CARLOS E SUA POSTURA PARTICIPATIVA

 

Vereador Sérgio Carlos

Quem vem desempenhando um ótimo trabalho legislativo na Câmara Municipal de Ouro Branco é o jovem vereador Sérgio Carlos (PSB). Vereador muito participativo nas sessões da Câmara Municipal, Sérgio também desenvolve um trabalho excelente junto a população ourobranquense no que diz respeito a ouvir os anseios dos moradores e depois buscar soluções para diversos problemas do cotidiano das pessoas que moram e trabalham aqui em Ouro Branco. Por causa dessa postura participativa, Sérgio Carlos vem recebendo muitos elogios da população ourobranquense, tanto da situação como também da oposição, além de honrar todos aqueles que acreditaram desde o começo na sua boa intenção e participaram diretamente da sua eleição para vereador. Abaixo, alguns requerimentos feitos por Sérgio Carlos:

 

Requerimento pedindo a revitalização do Clube Municipal de Ouro Branco
Requerimento pedindo que o Matadouro Municipal volte a funcionar regularmente

PESSOAS QUE ASSINARAM O LIVRO DE ATA DA INSTALAÇÃO DO MUNICÍPIO DE OURO BRANCO EM 1954

A instalação oficial do município de Ouro Branco aconteceu no dia 1º de janeiro de 1954 no Grupo Escolar Florentino Cunha. Nesse dia, a cidade já havia sido acordada pelo barulho dos foguetões e que perdurou o dia todo, houve também uma grande festa em Ouro Branco. Nenhuma autoridade de Jardim do Seridó apareceu para a solenidade de instalação do novo município, não veio o prefeito, nem vereadores e até mesmo o Juiz da Comarca de Jardim do Seridó, o Dr. Vandeci Abanez Veras não compareceu. Foi então que Cabo Francisco Pinheiro de Queiroz, mais conhecido como Cabo Chico, subdelegado de polícia local, assumiu a presidência da comissão de instalação do município, e assim foi declarado e homologado que a partir daquele momento vigorava a Lei n° 907 de novembro de 1953 que criava o município de Ouro Branco.

Várias pessoas discursaram entusiasticamente, primeiramente fez uso da palavra o deputado João Neto Guimarães, foi aplaudido intensamente pois ele falou sobre as forças que se levantaram na Assembléia Legislativa do estado para derrubar a lei que criava o município de Ouro Branco. Depois falou o vereador de Currais Novos Dr. Wladimir Limeira, sucedido por Luiz Bandeira de Melo, Gabriel Bernado da Nóbrega, Amauri Queiroz de Medeiros, o ex- prefeito de Parelhas Natanael Rodrigues de Carvalho e, por fim, falou Luiz Basilisso do Nascimento, o mesmo destacou o papel desempenhado no passado pelo comerciante José Nunes de Figueredo,  um dos líderes que juntamente com outros plantaram a semente para que Ouro Branco conseguisse a tão sonhada emancipação política de Jardim do Seridó, sendo Luiz Basilisso muito aplaudido nesse momento. Após todas as formalidades, os presentes assinaram o livro de ata da instalação do município de Ouro Branco. Abaixo, os nomes das pessoas que estavam presentes e assinaram o livro de ata da instalação do município de Ouro Branco no dia 1º de janeiro de 1954:

Francisco Pinheiro de Queiroz

Luiz Basilisso

José Nunes de Figueredo

Manoel Felipe da Costa Filho

Justino Pereira Dantas

Gabriel Bernado Nóbrega

Manoel Emiliano de Medeiros

Cleodon Feliciano de Medeiros

Luiz Paulino de Azevedo

Francisco José de Lucena

Natanael Rodrigues de Carvalho

Antonio Aires Neri

Manoel José do Nascimento

Pedro Celestino da Costa

Pedro Avelino da Silva

Pedro Paulo de Figueredo

Manoel Felipe Neri

Amauri Queiroz de Medeiros

Francisco Antonio da Nóbrega

João Dias da Costa

Luis Medeiros

Pedro Jeremias da Cunha

Manoel Aprigio Batista

João Amaro da Silva

José Nóbrega da Silva

Isídio Teixeira da Mata

Saturnino Felinto da Fonseca

José Dantas

João Neto Guimarães

Inacio Pereira de Azevedo

Miguel Pedro de Figueredo

Severino Ramos da Costa

Justino Aprígio de Lucena

Antonio Dantas de Araújo

Rubem de Pádua de Melo

Adelino Izaías de Lucena

Santiago Severiano Batista

Pedro Aprigio de Azevedo

Inacio Cezario de Lucena

Severino Dantas da Cunha

Glicerio Pauterio da Silva

José de Lima

Antonio Cicero do Nascimento

Raimunda Costa de Albuquerque

Ana Brito de Figueredo

Amélia Dias de Araújo

Concessa Feliciana de Araújo

Julia Constantina de Lucena

Josemaria Amelia de Lucena

Neuza Niete de Lucena

José da Penha Lucena

Severino Ramos Bezerra

Felisbela de Oliveira

Ana Lucena de Souza

Orilo Dantas de Melo

Geraldina Silva de Lima

Celina Soares de Lucena

Carmita Lucena de Souza

Elvira Lucena dos Santos

Vicente Paulo Neto

Gertrudes Maria de Medeiros

Ercilia de Azevedo Batista

Julio Ferino dos Santos

Antonio Fernandes de Oliveira

Julieta Julia Batista

Marieta Batista

Leônia de Lucena Batista

Maria Silva

Maria Sérgia de Medeiros

Helena Silva

Rita de Oliveira Silva

José Cirilo da Silva

Adi Medeiros

José Frederico Filho

Maria Vivencia de Medeiros

Arnou Arnaldo de Azevedo

Severino Ramos de Souza

Joel Damascena

Francisco Aprigio

Francisco Otaviano Filho

João Agripino da Nóbrega

Julio Inacio de Medeiros

João Bento de Medeiros

Fonte: Livro “OURO BRANCO: De 1722  a 1954”, de autoria do ourobranquense José Fabrício de Lucena.

 Lei n° 907 de novembro de 1953